Mulher, 30 anos, queixa-se de tosse seca, febre diária (até 38,5°C) e dispneia progressiva há 3 semanas, com piora acentuada nos últimos 2 dias. Tomou, sem orientação médica, amoxicilina + clavulanato (500/125 mg a cada 8 horas) por uma semana, sem melhora. Exame físico: FR = 28 ipm e tiragens intercostais. Ausculta respiratória sem anormalidades. Ausência de lesões em pele e mucosa oral sem adenomegalias. Exames complementares: PCR para SARS CoV 2 em secreção nasal = negativo; teste rápido molecular para M. tuberculosis em escarro = negativo; Hb = 12,2 g/dl; Gb = 3.000/μl (neutrófilos = 65%, linfócitos = 30%); plaquetas = 233.000/μl. Gasometria ar ambiente: pH = 7,44; PO₂ = 71 mmHg; PO₂ = 38 mmHG; HCO₃ = 26 mmol/L; BE = 2 mmol/L; saturação O₂ = 92%; LDH sérica = 5.300 U/L (VN = 120–246). Teste rápido para HIV: positivo. Qual é a terapia mais adequada?