Mulher de 53 anos queixa-se de dispneia ao andar um quarteirão no plano há cerca de 1 ano. Não percebeu piora recente e nega dor torácica, tosse ou ortopneia. Relata dor e edema nas articulações das mãos, punhos e joelhos há 3 meses, associada à dificuldade de movimentação dessas articulações por 4 horas após despertar pela manhã e que melhora com a persistência das atividades usuais. Não possui doenças conhecidas e não faz uso regular de medicamentos. O exame físico apresenta PA 130/66 mmHg, FC 65 bpm, FR 16 ipm, SpO2 em ar ambiente 93%. O exame respiratório não apresenta anormalidades. O exame cardiovascular revela movimento da região paraesternal inferior esquerda; ritmo cardíaco regular, desdobramento contínuo e variável da segunda bulha, hiperfonese de P2 e sopro holossistólico na borda paraesternal inferior esquerda, mais intenso à inspiração. Apresenta dor à palpação, redução da amplitude de movimento e aumento de volume das articulações metacarpofalangeanas, interfalangeanas proximais, punhos e joelhos. Sem outras anormalidades. Exames de laboratório: Hb 10,1 g/dl; LG 5.540/mm³; Plq 532.000/mm³; PCR 27 mg/L; FR 2 UI/ml; anti-CCP 34 UI/ml; Creat 1,0 mg/dl.
Assinale a alternativa que apresenta a causa principal MAIS PROVÁVEL para os sintomas respiratórios apresentados pela paciente.