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    ENAMED & PROFIMED15 min de leitura08 de jun. de 2026

    Revistas Nao Indexadas para Publicacao de Artigo Cientifico

    Dra. Lara Santos Rocha
    Dra. Lara Santos Rocha
    Residente de Clínica Médica — HC-USP-RP (FMRP-USP) · CRM-SP 285250
    Revistas Nao Indexadas para Publicacao de Artigo Cientifico
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    Se voce esta na graduacao de Medicina ou ja iniciou a residencia medica, provavelmente ja ouviu que publicar artigos cientificos e um diferencial competitivo. Mas existe uma duvida recorrente que trava muitos academicos: e preciso publicar apenas em revistas indexadas? A resposta curta e nao. Revistas nao indexadas podem ser um caminho estrategico, acessivel e perfeitamente valido para dar os primeiros passos na producao cientifica.

    O cenario da publicacao academica no Brasil passou por transformacoes significativas nos ultimos anos. Com o crescimento das plataformas digitais e a democratizacao do acesso ao conhecimento, surgiram dezenas de periodicos que, embora nao facam parte das grandes bases de dados internacionais, oferecem rigor editorial e oportunidades reais de disseminacao cientifica. Para quem se prepara para provas como a ENAMED ou o Revalida, entender esse ecossistema e mais do que um detalhe: e uma vantagem.

    Neste artigo, vamos explorar o que sao revistas nao indexadas, como elas se diferenciam das indexadas, quais sao as mais recomendadas para medicos e estudantes de Medicina, e como voce pode utiliza-las de forma inteligente na sua trajetoria academica. Se voce busca pontuar mais em processos seletivos ou simplesmente quer comecar a publicar sem enfrentar barreiras intransponiveis, este guia e para voce.

    O Que Sao Revistas Indexadas e Nao Indexadas

    Antes de falar sobre as revistas nao indexadas, e fundamental entender o conceito de indexacao. Uma revista cientifica e considerada indexada quando ela e aceita e catalogada por uma base de dados reconhecida, como PubMed (MEDLINE), Scopus, Web of Science, SciELO ou LILACS. Essas bases funcionam como grandes bibliotecas digitais que reúnem periodicos que atendem a criterios rigorosos de qualidade editorial, periodicidade, revisao por pares e transparencia.

    A indexacao funciona como um selo de qualidade. Quando um periodico e indexado na MEDLINE, por exemplo, significa que ele passou por uma avaliacao tecnica que considera fatores como composicao do corpo editorial, relevancia cientifica dos artigos publicados e regularidade nas edicoes. Isso facilita a busca por pesquisadores do mundo inteiro e aumenta a visibilidade dos trabalhos publicados.

    Ja as revistas nao indexadas sao periodicos que publicam artigos cientificos, mas que nao fazem parte dessas bases de dados. Isso nao significa necessariamente que sejam de baixa qualidade. Muitos desses periodicos possuem corpo editorial qualificado, processo de revisao por pares e contribuem significativamente para a disseminacao do conhecimento em nichos especificos. O que acontece, na maioria dos casos, e que elas ainda nao atingiram os criterios formais exigidos pelas grandes bases ou optaram por nao buscar essa certificacao.

    E importante ressaltar que a ausencia de indexacao nao invalida uma publicacao. Em muitos editais de residencia medica e concursos publicos, artigos publicados em periodicos sem indexacao sao aceitos na pontuacao do curriculo, embora com peso menor do que publicacoes em periodicos indexados.

    Por Que Publicar em Revistas Nao Indexadas

    A pergunta que muitos estudantes fazem e direta: se as revistas indexadas tem mais prestigio, por que eu publicaria em uma nao indexada? A resposta envolve estrategia, acessibilidade e praticidade.

    Primeiro, o processo editorial em revistas indexadas de alto impacto pode ser extremamente longo e competitivo. Submissões para periódicos como o Lancet ou o New England Journal of Medicine passam por meses de revisão, com taxas de rejeição superiores a 90%. Para um estudante de graduação que está publicando seu primeiro trabalho, essa barreira pode ser desanimadora e contraproducente.

    Segundo, periódicos sem indexação geralmente têm prazos de avaliação mais curtos, processos de submissão simplificados e maior receptividade a trabalhos de pesquisadores iniciantes. Isso permite que o acadêmico ganhe experiência com o fluxo editorial, aprenda a responder pareceres de revisores e construa um portfólio de publicações de forma progressiva.

    Terceiro, e talvez o ponto mais estratégico: para quem está se preparando para provas de residência como a ENAMED ou o PROFIMED, cada linha do currículo conta. Ter artigos publicados, mesmo que em periódicos sem indexação formal, demonstra iniciação científica, capacidade de pesquisa e comprometimento acadêmico. Em bancas que avaliam currículo, isso faz diferença concreta na pontuação final.

    Além disso, organizar seus estudos de forma inteligente com ferramentas de estudo adaptativo libera tempo para que você se dedique também à produção científica sem sacrificar a preparação para provas.

    Principais Bases de Indexação e Seus Critérios

    Para entender o valor relativo de uma revista não indexada, é útil conhecer as principais bases de indexação e o que elas exigem. Veja as mais relevantes para a área médica.

    A MEDLINE/PubMed é a base de dados mais prestigiosa na área biomédica. Mantida pela National Library of Medicine dos Estados Unidos, ela indexa mais de 5.000 periódicos. Os critérios incluem escopo científico, qualidade do conteúdo, revisão por pares, produção editorial e audiência internacional.

    A Scopus, mantida pela Elsevier, é a maior base de dados de resumos e citações de literatura revisada por pares. Ela cobre mais de 27.000 títulos e utiliza métricas como o CiteScore e o SJR para classificar periódicos.

    A SciELO (Scientific Electronic Library Online) é uma biblioteca digital de acesso aberto que cobre periódicos da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal. Para revistas brasileiras, estar na SciELO é um marco importante de reconhecimento.

    A LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) é mantida pela BIREME/OPAS/OMS e é a principal base para literatura científica em saúde na América Latina. Muitas revistas brasileiras de Medicina estão indexadas aqui.

    O DOAJ (Directory of Open Access Journals) cataloga revistas de acesso aberto que seguem boas práticas editoriais. É um bom indicador de que um periódico não indexado nas grandes bases ainda assim segue padrões mínimos de qualidade.

    Revistas Não Indexadas Recomendadas para Medicina

    Existem diversos periódicos brasileiros que, embora não façam parte das grandes bases de indexação, são reconhecidos no meio acadêmico e aceitos em processos seletivos. Conhecer essas opções é fundamental para quem quer começar a publicar sem esperar meses por uma resposta.

    A Revista de Medicina da UFC publica trabalhos originais, relatos de caso e revisões de literatura voltados para a comunidade acadêmica do Ceará e do Nordeste. Possui corpo editorial composto por docentes e processo de avaliação por pares.

    A Revista Brasileira de Educação Médica (RBEM), embora parcialmente indexada em algumas bases menores, é uma referência importante para trabalhos sobre ensino médico. Artigos sobre metodologias de aprendizagem, avaliação de competências e currículo médico encontram espaço nela.

    Os Anais de congressos médicos regionais também representam uma forma válida de publicação. Congressos como os da ABEM (Associação Brasileira de Educação Médica) e eventos estaduais de ligas acadêmicas publicam resumos expandidos e trabalhos completos que contam como produção científica.

    As revistas de ligas acadêmicas e centros acadêmicos de faculdades de Medicina também são opções para primeiras publicações. Exemplos incluem a Revista Scientifica (UniMontes), a Revista de Medicina (USP) e periódicos mantidos por centros acadêmicos de diversas universidades federais.

    Revistas vinculadas a hospitais e instituições de saúde publicam trabalhos com foco em prática clínica e relatos de experiência. A Revista do Hospital das Clínicas e periódicos de hospitais universitários são exemplos que, mesmo sem indexação plena, têm reconhecimento institucional.

    Para identificar opções confiáveis, verifique se a revista possui ISSN (International Standard Serial Number), corpo editorial identificado, política de revisão por pares declarada e histórico de publicações regulares.

    Como Avaliar a Qualidade de Uma Revista Não Indexada

    Nem toda revista não indexada merece sua confiança. O crescimento do mercado editorial acadêmico também trouxe periódicos predatórios, que cobram taxas de publicação sem oferecer revisão editorial genuína. Saber distinguir uma revista séria de uma predatória é uma habilidade essencial para qualquer pesquisador.

    O primeiro critério é verificar o ISSN. Toda publicação periódica séria possui um número ISSN, que pode ser consultado no portal do ISSN. A ausência desse registro é um sinal de alerta imediato.

    O segundo ponto é analisar o corpo editorial. Uma revista confiável apresenta a lista de seus editores e revisores, geralmente com afiliação institucional. Se você não consegue identificar quem são os responsáveis pela avaliação dos artigos, desconfie.

    Verifique também a política de revisão por pares. O processo de peer review é o que garante que seu trabalho será avaliado criticamente antes da publicação. Revistas que publicam qualquer submissão sem revisão comprometem a credibilidade do artigo e do autor.

    A periodicidade é outro indicador importante. Revistas que publicam de forma irregular, com longos intervalos entre edições, podem indicar problemas de gestão editorial. Periódicos sérios mantêm um calendário previsível de publicações.

    Por fim, fique atento a taxas de publicação abusivas. Embora algumas revistas legítimas cobrem taxas de processamento (Article Processing Charges), valores muito elevados sem justificativa ou cobrados antes da revisão são sinais típicos de periódicos predatórios. A lista Beall (Beall's List of Predatory Journals) é uma referência útil para identificar editoras suspeitas.

    Essas habilidades de avaliação crítica, aliás, são competências que a ENAMED e a PROFIMED valorizam. O pensamento crítico sobre a literatura científica é parte do perfil do médico que os processos seletivos buscam formar.

    📊 Como Avaliar a Qualidade de uma Revista Não Indexada

    4 critérios essenciais para identificar periódicos sérios e evitar revistas predatórias

    Verificar o ISSN
    Toda publicação séria possui um número ISSN registrado. Consulte no portal do ISSN. A ausência é um sinal de alerta imediato.
    Analisar o Corpo Editorial
    Revistas confiáveis listam editores e revisores com afiliação institucional. Se você não identifica quem avalia os artigos, desconfie.
    Política de Revisão por Pares
    O processo de peer review garante avaliação crítica do trabalho. Verifique se a revista descreve claramente como funciona sua revisão editorial.
    Transparência nas Taxas
    Periódicos sérios informam claramente eventuais taxas de publicação. Revistas predatórias cobram sem oferecer revisão genuína em troca.
    ⚠️ Atenção
    O crescimento do mercado editorial trouxe periódicos predatórios. Saber distinguir uma revista séria de uma predatória é uma habilidade essencial para qualquer pesquisador.

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    Impacto das Publicações no Currículo para Residência Médica

    Um dos maiores motivadores para a publicacao cientifica entre estudantes de Medicina e o impacto no curriculo para provas de residencia. Entender como cada tipo de publicacao e pontuado pode mudar completamente sua estrategia.

    Na maioria dos editais de residencia medica, a pontuacao de curriculo segue uma hierarquia clara. Artigos publicados em revistas indexadas em bases como PubMed ou Scopus recebem a pontuacao mais alta. Em seguida, vem artigos em revistas indexadas em bases regionais como SciELO e LILACS. Por fim, publicacoes em periodicos sem indexacao recebem uma pontuacao menor, mas ainda assim positiva.

    O ponto crucial e que ter zero publicacoes e significativamente pior do que ter publicacoes em periodicos sem indexacao. Em um cenario competitivo como o da ENAMED, onde decimos de ponto separam aprovados de reprovados, qualquer pontuacao extra no curriculo pode ser decisiva.

    Alem do mais, a experiencia adquirida ao publicar nesses periodicos prepara voce para submissoes futuras em periodicos de maior impacto. Voce aprende a formatar artigos segundo normas editoriais, a responder pareceres de revisores e a trabalhar com prazos de submissao. Essas competencias sao transferiveis e aceleram seu desenvolvimento como pesquisador.

    Uma estrategia inteligente e combinar ambas as frentes: publicar trabalhos iniciais (relatos de caso, revisoes narrativas) em periodicos acessiveis enquanto desenvolve pesquisas mais robustas para submeter a periodicos indexados. Dessa forma, voce mantem seu curriculo ativo e em crescimento constante.

    A medmentorIA pode ser sua aliada nesse processo. Com trilhas de estudo personalizadas pela IA M.A.E.S.T.R.O.®, voce otimiza o tempo de preparacao para provas e consegue dedicar horas estrategicas a producao cientifica sem prejudicar sua performance nas avaliacoes.

    Passo a Passo para Publicar Seu Primeiro Artigo

    Se voce nunca publicou um artigo cientifico, o processo pode parecer intimidador. Mas, na pratica, ele segue etapas bem definidas que qualquer estudante de Medicina pode cumprir com organizacao e orientacao adequada.

    Etapa 1: Escolha o tipo de trabalho. Para iniciantes, relatos de caso e revisoes narrativas sao os formatos mais acessiveis. Relatos de caso exigem apenas a descricao detalhada de um caso clinico interessante, com revisao de literatura pertinente. Revisoes narrativas compilam e analisam a literatura existente sobre um tema especifico.

    Etapa 2: Encontre um orientador. Ter um professor ou medico como coautor e orientador facilita enormemente o processo. Alem de contribuir com experiencia, o orientador pode indicar revistas adequadas e ajudar na revisao do manuscrito.

    Etapa 3: Siga as normas da revista. Cada periodico tem suas proprias normas de submissao, geralmente disponibilizadas na secao "Instrucoes aos Autores". Leia com atencao antes de comecar a escrever. Formatacao incorreta e um dos motivos mais comuns de rejeicao.

    Etapa 4: Submeta e aguarde a revisao. Apos a submissao, o artigo sera avaliado por revisores. Este processo pode levar de algumas semanas a alguns meses, dependendo da revista. Esteja preparado para receber sugestoes de alteracao.

    Etapa 5: Revise e resubmeta. Receber um parecer com solicitacao de alteracoes e normal e esperado. Responda cada ponto levantado pelos revisores de forma objetiva e implemente as mudancas solicitadas.

    Etapa 6: Publicação e registro. Após a aprovação final, o artigo é publicado. Guarde o DOI (Digital Object Identifier) ou o link permanente da publicação para incluir no seu currículo Lattes e nos documentos de inscrição para residência.

    Lembre-se: seu primeiro artigo não precisa ser revolucionário. Ele precisa ser bem feito, ético e relevante. A experiência de ter passado por todo o processo editorial é, em si, um aprendizado valioso que vai diferenciar você de colegas que nunca publicaram.

    Erros Comuns que Você Deve Evitar

    Mesmo com um caminho mais acessível, existem armadilhas que podem comprometer seu trabalho e sua reputação acadêmica. Conhecer esses erros é o primeiro passo para evitá-los.

    O erro mais grave é publicar em revistas predatórias. Esses periódicos aceitam qualquer trabalho mediante pagamento, sem revisão real. Ter uma publicação em revista predatória pode manchar seu currículo e levantar dúvidas sobre a qualidade da sua produção científica. Antes de submeter, pesquise o histórico do periódico e consulte listas de editoras predatórias.

    Outro erro frequente é ignorar as normas de formatação. Cada revista tem exigências específicas de formatação, referências bibliográficas e estrutura do manuscrito. Submeter um artigo fora das normas resulta em rejeição imediata na maioria dos casos. Isso vale tanto para periódicos indexados quanto para os demais.

    Não declarar conflitos de interesse ou aprovação ética é uma falha que pode ter consequências sérias. Mesmo para relatos de caso, muitas revistas exigem aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) e declaração de consentimento do paciente. Nunca negligencie esses aspectos.

    Autoplágio também é um problema recorrente. Publicar o mesmo trabalho em múltiplas revistas sem declarar que se trata de uma republicação é considerado má conduta científica. Se você quer publicar variações de um mesmo estudo, seja transparente sobre isso no momento da submissão.

    Por fim, muitos estudantes cometem o erro de não registrar a publicação no Currículo Lattes. De nada adianta publicar se a produção não está registrada na plataforma oficial utilizada por bancas e comitês de seleção. Atualize seu Lattes assim que o artigo for publicado.

    Para quem está imerso na preparação para a ENAMED, equilibrar estudos e produção científica pode parecer desafiador. É aí que ferramentas como a medmentorIA fazem diferença, oferecendo trilhas de estudo adaptativas que otimizam seu tempo e permitem que você invista em atividades complementares como a pesquisa.

    Integrando Publicações à Preparação para a ENAMED

    Publicar artigos e se preparar para provas de residência não são atividades mutuamente exclusivas. Uma abordagem eficiente é alinhar seus temas de pesquisa com os conteúdos que você precisa estudar. Se você está revisando Cardiologia, por exemplo, por que não transformar sua revisão em um artigo de revisão narrativa?

    Participe de ligas acadêmicas e grupos de pesquisa desde os primeiros anos. Essas atividades geram oportunidades naturais de publicação e fortalecem seu currículo em múltiplas dimensões. O planejamento de estudos para residência deve incluir blocos dedicados à produção científica. Com o sistema de repetição espaçada D1, D2, D6, D31, você pode otimizar o tempo de revisão e usar as horas economizadas para pesquisa.

    📊 Passo a Passo para Publicar Seu Primeiro Artigo

    As 4 etapas essenciais que todo estudante de Medicina precisa cumprir

    1

    Escolha o Tipo de Trabalho

    Para iniciantes, relatos de caso e revisões narrativas são os formatos mais acessíveis. Relatos de caso exigem apenas a descrição detalhada de um caso clínico interessante com revisão de literatura.

    2

    Encontre um Orientador

    Ter um professor ou médico como coautor facilita enormemente o processo. O orientador indica revistas adequadas e ajuda na revisão do manuscrito.

    3

    Siga as Normas da Revista

    Cada periódico tem suas próprias normas de submissão, geralmente na seção "Instruções aos Autores". Segui-las à risca evita rejeição imediata.

    4

    Submeta e Acompanhe

    Após a submissão, acompanhe o status no sistema da revista. O processo de revisão por pares pode levar de 2 a 6 meses. Responda aos revisores com atenção.

    4
    Etapas principais do processo
    2–6
    Meses de revisão por pares
    2
    Tipos ideais para iniciantes

    💡 Com organização e orientação adequada, qualquer estudante pode publicar seu primeiro artigo

    Conclusão

    Revistas não indexadas representam uma porta de entrada legítima e estratégica para a produção científica na Medicina. Elas oferecem um caminho mais acessível para publicar, ganhar experiência editorial e fortalecer o currículo para provas de residência como a ENAMED e o PROFIMED.

    O mais importante é publicar com critério. Escolha revistas com ISSN válido, corpo editorial identificado e processo de revisão por pares. Evite periódicos predatórios e mantenha sempre os padrões éticos da pesquisa científica. Cada publicação, independente da base de indexação, é um passo a mais na construção da sua carreira médica e acadêmica.

    Sua jornada de preparação para a residência médica não precisa ser uma escolha entre estudar e pesquisar. Com organização, as ferramentas certas e uma estratégia bem definida, você pode fazer ambos de forma eficiente e competitiva. Comece hoje, mesmo que de forma simples. Seu futuro como médico-pesquisador agradece.

    Dra. Lara Santos Rocha★ Caso nº 1 · role-model M.A.E.S.T.R.O.®
    Sobre a autora

    Dra. Lara Santos Rocha

    Residente de Clínica Médica — HC-USP-RP (FMRP-USP) · CRM-SP 285250

    Médica residente de Clínica Médica no HC-USP-RP. Vive a preparação para residência por dentro — e revisa o conteúdo do blog com esse olhar prático.

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